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Os povos da África foram analisados num discurso científico entre os séculos 18 e 19, surgindo um novo tipo de preconceito - O Racismo Científico". Ampliando o conceito que já tinha de inferioridade dos povos negros africanos em relação aos brancos europeus, justificando a escravidão e colonização dos povos e dos territórios africanos a outros patamares.
O racismo científico surgiu no século 18 e classificado em 1758 por Carlos Lineu.
Nessa classificação o homem foi dividido em seis variedades de raças - superiores e inferiores. Dentro dessa variedade estão: Homem selvagem - americano - europeu - asiático - africano.
Cada um com suas respectivas características sendo que, o homem europeu foi classificado como o povo superior a todos os outros.
O africano foi considerado um povo sem lei, segundo a visão do período.
Segundo o filósofo francês Michel Foucault, este é um ponto importante sobre a possibilidade que a nossa visão de mundo dos séculos 18 e 19 abriu para o estudo do homem, transformando significativamente a ideia que nós tínhamos sobre nós mesmos.
No século 20 o racismo científico ficou latente nas Américas, havendo preconceito e marginalização econômica da maior parte dos afro-descendentes.
Nos Estados Unidos, a questão do preconceito é ainda latente com a organização ilegal da Ku Klux Klan, porém com os movimentos civis liderados por exemplo: Msartin Luther King e Malcolm X nos anos de 1960, os afro-descendentes passaram a gozar de uma condição mais igualitária em relação à população de origem branca.
Sendo o racismo científico uma classificação de raças superiores e inferiores, oras, isso ainda existe e muito e em todos os lugares do planeta. Não é preciso ir muito longe afinal se uma pessoa que tem alguma diferença se já de cor de pele ou social entrar em uma loja normalmente um ou dois vendedores vão disfarçar para não atender ou atender de cara feia.
Os traços de racismo científico que identifico nos dias de hoje ainda estão bem latentes e na minha opinião, longe de se dissipar. Infelizmente...
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